Eis a resposta: o controle ideológico da arte.

Publicado por Vitor Pordeus em 25/11/2017

A arte, as imagens, as emoções, as cores, os rituais, as proposições, são expressões psíquicas de ideologia humana, relacionada a forças da natureza, mistérios profundos, que tem dinâmica e autonomia própria. Substância eterna infinita. Biologia. Tudo é vida.

Arte espelho da natureza, imagem do ridículo, expressão da virtude, de cada época e geração a forma e a pressão. Filha da história e mãe dos nossos sentimentos.

A arte, as imagens, as emoções, as cores, os rituais, as proposições, são expressões psíquicas de ideologia humana, relacionada a forças da natureza, mistérios profundos, que tem dinâmica e autonomia própria. Substância eterna infinita. Biologia. Tudo é vida.

Entretanto, desde tempos imemoriais estes elementos são manipulados por individualidades humanas mais ou menos adoecidas que produzem a essência do autoritarismo: o controle ideológico. As ideias são mais poderosas que as bombas atômicas de Trump-Marduk. É através das ideias e sua perpetuação que a violência nos domina, desde tempos imemoriais.

As ideias são parte de nossa biologia, como nosso fígado é, como nosso coração, e assim como nossos órgãos e organismo tem uma história, uma evolução biológica, nosso corpo, nossa psique e nossas ideias também tem uma história e origens bastante conhecidas através das tradições de conhecimento da terra e da humanidade.

Conhecer a história das ideias, das ideologias da arte e da ciência, das escolas de pensamento, da formação educacional que toda a humanidade submete suas crianças é a chave para uma liberação de consciência e desenvolvimento mais saudáevel da personalidade. Todos querem se desenvolver e desenvolver sua autonomia, mesmo o mais esfarrapado mendigo de rua, egresso do sistema psiquiátrico.

Preste atenção na arte, na manipulação das imagens, aí residem forças estranhas, estranhos poderes, onde forças arquetípicas de deuses e deusas são utilizados para gerar padrões de comportamento e performance milimétricamente controlados pelos formuladores da política pública, hoje servos declarados do Diabo do Dinheiro decretando genocídio nos países para lucrar o máximo possível. A arte vira serva do Diabo do dinheiro quando o artista não tem um discurso próprio, uma opinião própria, um repertório próprio, uma prática coerente com esse repertório, quando o artista vende sua criatividade, vende seu afeto, faz qualquer coisa que pagarem, topa tudo por dinheiro, prostitui seu talento para instituições fascistas, inimigas históricas da liberdade. Tudo isso sem necessidade, pois qual é a necessidade de vender as ideias e práticas que carregamos em nossos corpos? Por que não podemos ter autonomia e organizar nossos corpos e os corpos de nossas comunidades de forma, aqui sim, mais artística, mais bela, mais harmônica, mais comunicativa, mais facilitada, mais cooperativa, mais amorosa? Não é aí que a arte faz a diferença através das civilizações? Por que não podemos cooperar nós e nossas comunidades primeiro, e depois decidir como vamos querer empregar nossos recursos expressivos?
Qual é a pressa em se vender? Em se comprometer com um elemento simbólico particular, o dinheiro, que está literamente enlouquecendo a todos? O que mais esperar?

Eis a resposta: o controle ideológico da arte.

Em breve iremos lançar mais um filme: "Os melhores atores do mundo contra o controle ideológico da arte: a epopéia do Hotel da Loucura."

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