Quem quiser colaborar com nosso trabalho do Teatro de DyoNises - Hotel da Loucura - UPAC - Rio de Janeiro, Brasil, dá uma sacada no que estamos trabalhando:

Publicado por Vitor Pordeus em 24/11/2017

Quem quiser colaborar com nosso trabalho do Teatro de DyoNises - Hotel da Loucura - UPAC - Rio de Janeiro, Brasil, dá uma sacada no que estamos trabalhando:

1- Ação: A maior contribuição é você virar ator de sua própria história, você mesmo entrar em cena e participar nos ensaios terças e quintas na praça Rio Grande do Norte no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro. Nosso método, caminho de trabalho, é elaborado nesse sentido, funciona, é uma beleza. Fortalecer essas ações, realizar filmes, matérias, entrevistas, documentários sobre as mais incríveis personalidades e personagens que circulam em nossa gira a partir do território e da comunidade. Fortalecer a esfera da ação, eis a maior doação. 2- Divulgação: Não tendo essa possibilidade imediata, você pode ajudar na divulgação, na promoção dos melhores atores do mundo, divulgando suas fotos, seus filmes, convidando e participando para os eventos. Fortalecer na divulgação. Não queremos vender, queremos comunicar, acreditamos que nosso trabalho é uma esperança de promoção de saúde através de cultura para o povo brasileiro. Desenvolvido e demonstrado no Brasil de Nise da Silveira. Faz sentido. 3- PesquisAção: Você pode ainda a partir desse envolvimento e conhecimento da nossa prática nos ajudar a compreender os princípios científicos e artísticos de nossa prática observando as experiências ancestrais, que antecedem e informam nossas visões. Falamos de Humberto Maturana, Nelson Vaz, Nise da Silveira, Carl Jung, Amir Haddad, John Weir Perry, Ray Lima Cenopoesia, Junio Santos, Vera Dantas e pedimos e bem recebemos colaboração para desenvolver a compreensão sobre essas ideias acompanhando o desenvolvimento de práticas responsáveis que busquem reproduzir e confirmar nossa experiência. Aqui acredito que o Brasil precisa de muito mais gente qualificada, compreendendo efetivamente as coisas, para que se construa os primeiros casos de saúde mental pública comunitária como política sistemática de nossa história. É urgente, é necessário, falta o povo pensar sobre isso e querer. 4- Nós não queremos vender, queremos comunicar, queremos comunicar que a organização coletiva é base para a saúde mental e para organizar os recursos coletivos, individuais e do ambiente para que haja equilíbrio psíquico e saúde na comunidade. Com saúde mental e autonomia psíquica todas as tarefas se tornam possíveis. Sem saúde mental nem toma-se banho, não se dorme, não se realiza nada e se cai na mão da droga, do alcool, da cocaína, do psicotrópico, alimentando e dando lucro para o sistema drogueiro financeiro que controla as instituições e causa a crise. 5- Como disse o Pajé Yanomami Davi Kopenawa: peço que quando for utilizar as palavras não as destrua. Vamos conversar mais, vamos dialogar, vamos orientar as ações de forma não vampiresca, mas descobrir mecanismos verdadeiros de cooperação, fazer junto, fortalecer a esfera da ação.